Cientistas do Imperial College London, na Inglaterra, descobriram uma enzima que age como um “interruptor da fertilidade” e dizem que suas descobertas podem ajudar a tratar casos de infertilidade e aborto espontâneo, além de levar ao desenvolvimento de novos anticoncepcionais.
O estudo, publicado esta semana na revista Nature Medicine relata a descoberta dos pesquisadores: altos níveis de uma proteína chamada SGK1 estão ligados à infertilidade, enquanto que níveis muito baixos tornam a mulher mais propensa a ter um aborto espontâneo.
Enzimas são proteínas que catalisam, ou aumentam as taxas de reações químicas no corpo. Segundo Jan Brosens, que liderou o estudo no Imperial College e agora está atuando na Universidade de Warwick, os resultados sugerem que novos tratamentos para fertilidade e aborto espontâneo poderiam ser concebidos em torno da SGK1. ( Continue lendo )
A Hapvida Assistência Médica Ltda. foi condenada a realizar inseminação artificial para casal com infertilidade.
A decisão, da 5ª Turma Recursal do Fórum Professor Dolor Barreira, foi proferida hoje, 3a.feira (25/10). Segundo os autos, o homem precisou se submeter à pesquisa de microdeleção do cromossomo Y, mas a Hapvida negou.
Ele teve que pagar pelo exame, que diagnosticou infertilidade.
A solução para ter filhos, é fazer uso da reprodução assistida. O casal procurou o plano de saúde que se recusou a fornecer o método. Em junho de 2009, os segurados entraram com ação de obrigação de fazer contra a operadora. ( Continue lendo )
Estudo afirma que uma mulher com magreza exagerada tem menos probabilidade de engravidar do que as mulheres gordas – inclusive as consideradas muito obesas. O pesquisador e especialista em fertilidade Richard Sherbahn, do Centro de Fertilidade Avançada de Chicago, EUA, conduziu uma pesquisa com 2,5 mil
fertilizações in vitro durante 8 anos para chegar a essas conclusões. Os dados são do site Daily Mail
As pacientes foram divididas em grupos de magras, normais e obesas. As normais tiveram taxa de maternidade de 50%; as obesas 45% e as magras, 34%.
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Uma pesquisa realizada por David Greening do centro Sydney IVF de fertilização in vitro, na Austrália, constatou que manter relações sexuais todos os dias melhora a qualidade do esperma e aumenta as chances de gravidez. O estudo foi apresentando durante a conferência da Sociedade Européia de Reprodução e Embriologia Humana, que acontece em Amsterdam, na Holanda. ( Continue lendo )
IVF treatment has become more popular and successful, with a rising trend of single instead of multiple births.
But the assisted reproductive technology in Australia and New Zealand 2009 report, to be released today, also showed the success rate for older women is still low.
The number of IVF cycles in both countries rose by 48 per cent since 2005 and up 14 per cent from 2008. There were 70,541 IVF treatments – 92.4 per cent in Australian clinics – resulting in 17 per cent live births of at least one baby and a 23 per cent pregnancy rate. ( Continue lendo )
November 10, 2011|By Marni Jameson, Orlando Sentinel
Most men don’t give much thought to their prenatal care, but, according to male-fertility experts, what guys do now could make the difference between becoming a dad or not.Unlike women — who have all the eggs they will ever have when they’re born — men produce sperm all day long. Sperm takes about two to three months to fully mature, so a guy’s behavior during the past 90 days will affect the baby he makes today, or whether he can make one at all, said Dr. Sijo Parekattil, director of urology at Winter Haven Hospital, where he specializes in male infertility
O CIENTISTA e ginecologista australiano Carl Wood, responsável pela primeira gravidez por meio de fertilização in vitro (FIV) em 1973 e pelo primeiro bebê de proveta a partir de um embrião congelado uma década depois, faleceu ao 82 anos.
Wood, que sofria do mal de Alzheimer desde 2004, morreu no dia 23 de setembro em uma clínica de Melbourne, na Austrália. Seu laboratório na prestigiosa Monash University desenvolveu a primeira gravidez por FIV em 1973, cinco anos antes do nascimento na Inglaterra de Louise Brown, o primeiro ser humano concebido por FIV.
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A 58-YEAR-OLD Italian woman became Italy’s second post-menopausal new mother in a week after giving birth to twins in Milan, days after an Italian court criticised older couples who have babies.
“We are very happy, it’s a miracle for which we thank the Lord,” the mother told Italy’s ANSA news agency, adding that she delivered on Thursday. The child’s father is 65, ANSA said.
The new parents of fraternal twins (a boy and a girl) had failed to conceive for 27 years and only succeeded after a woman outside Italy donated an ovule. The practice is banned in Italy. ( Continue lendo )
Vários veículos de comunicação no mundo todo trouxeram, recentemente, informações sobre o sucesso de pesquisas realizadas em Londres. De acordo com os especialistas ouvidos, tem sido possível “aumentar ‘drasticamente’ as chances de fecundação e diminuir consideravelmente o número de abortos espontâneos no início da gestação”. ( Continue lendo )
