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	<title>Fértil - Clínica Especializada em Reprodução Humana</title>
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	<description>Clínica Féril</description>
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		<title>CONTROLE DE QUALIDADE DE ESPERMATOZÓIDES</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 13:44:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[CONTROLE DE QUALIDADE DE ESPERMATOZÓIDES Estudo americano, da Universidade de Missouri, mostra como os espermatozoides passam pelo controle de qualidade à medida que trafegam pelo sistema reprodutor masculino, de tal sorte que somente os mais capacitados deixam o ambiente sem o selo denunciando o defeito identificado. Veja abaixo a notícia, &#8230; <a href="http://www.fertil.med.br/controle-de-qualidade-de-espermatozoides/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CONTROLE DE QUALIDADE DE ESPERMATOZÓIDES<br />
Estudo americano, da Universidade de Missouri, mostra como os espermatozoides passam pelo controle de qualidade à medida que trafegam pelo sistema reprodutor masculino, de tal sorte que somente os mais capacitados deixam o ambiente sem o selo denunciando o defeito identificado.<br />
Veja abaixo a notícia, em inglês.</p>
<p>Defective sperm cells do not pass through the body unnoticed. A new University of Missouri study provides evidence that the body recognizes and tags defective sperm cells while they undergo maturation in the epididymis, a sperm storage gland attached to the testis. According to researchers, only the best sperm that have the highest chance of succeeding in fertilization will survive the production process without a &#8220;tag.&#8221;<br />
A small protein called ubiquitin marks abnormal sperm cells, including cells that have two heads, two tails or are otherwise misshaped. This &#8220;recycling tag&#8221; on the sperm cell tells the body which cells need to be broken back down into amino acids. This provides evidence that there is an active removal process or marking of defective sperm during the epididymal passage.<br />
&#8220;Fertilization is, in a way, a numbers game,&#8221; said Peter Sutovsky, associate professor of animal sciences, clinical obstetrics and gynecology in the MU College of Agriculture, Food and Natural Resources. &#8220;You need a certain number of normal sperm cells to reach the egg. If too many are tagged with ubiquitin, there may be not enough to fertilize an egg.&#8221;<br />
This study suggests that the male reproductive system must be able to evaluate and control the quality of the sperm to insure an optimal chance of fertilization. High levels of ubiquitin in the sperm can indicate low-sperm count or infertility. This process of quality control has been found in both humans and other mammals including bulls, boars and rats.<br />
&#8220;In many cases, the cells that are tagged with ubiquitin are obviously abnormal with two tails or two heads, but many of them look like they don&#8217;t have defects,&#8221; Sutovsky said. &#8220;Oftentimes, these cells may look normal but lack proteins that are important to fertility.&#8221;<br />
Once sperm cells are tagged as defective, it is unlikely that the process can be reversed. Sutovsky stresses the importance of a healthy lifestyle to reduce the likelihood of abnormal sperm cells. He suggests avoiding exposure to toxic chemicals, abstaining from smoking and maintaining a healthy diet. He suggests people who work with toxins on a daily basis should minimize their exposure by wearing protective clothing and respirators.<br />
The study was published in the Journal of Cellular Physiology</p>
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		<title>Nascem quadrigêmeos</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 00:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A felicidade foi quadruplicada na maternidade do HUCF Roberto Albuquerque – ASCOM/HUCF Para Cláudia Soares Raposo, monitora de alarmes e Alisson Hayalan Freitas, comerciante, o ano de 2012 já é motivo de muita alegria e emoção. Grávida de quadrigêmeos, Cláudia deu a luz a Arthur, Heitor, Felipe e Lívia no &#8230; <a href="http://www.fertil.med.br/nascem-quadrigemeos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A felicidade foi quadruplicada na maternidade do HUCF<br />
Roberto Albuquerque – ASCOM/HUCF</p>
<p>Para Cláudia Soares Raposo, monitora de alarmes e Alisson Hayalan Freitas, comerciante, o ano de 2012 já é motivo de muita alegria e emoção. Grávida de quadrigêmeos, Cláudia deu a luz a Arthur, Heitor, Felipe e Lívia no último dia 20 de janeiro no HUCF.</p>
<p>A luta pela gravidez<br />
Há dois anos, Cláudia e Alisson comemoravam a gravidez do primeiro filho, porém, no quarto mês de gestação, Cláudia descobriu que estava com uma gravidez ectópica (no abdômen), tendo que interrompê-la. Como conseqüência, Cláudia teve que realizar a retirada das tubas uterinas, o que a impossibilitava de engravidar pelo método natural.<br />
Dispostos a terem um filho, Cláudia e Alisson decidiram buscar ajuda através do método da fertilização in vitro, porém certas dificuldades apareceram: a primeira &#8211; o valor que deveriam pagar; a segunda &#8211; o risco do procedimento. “Queríamos muito um filho e fomos atrás de informações sobre o método. Mas ficamos sabendo que aqui, em Montes Claros, teríamos que pagar em torno de 15 mil reais. Não tínhamos dinheiro o suficiente para isso. Além disso, o médico nos informou que o procedimento não garantiria a gravidez da minha esposa. Poderíamos pagar 15 mil, mas a gravidez não acontecer”, comentou Alisson.<br />
Mas as dificuldades não foram empecilho para Cláudia e Alisson. “Tínhamos um sonho, e corremos atrás dele. Para juntar o dinheiro que precisávamos, vendi minha moto, fizemos rifas, almoços e tudo que podíamos para juntar esse dinheiro, porém só tínhamos conseguido 12mil”, disse Cláudia.<br />
Mas um acidente de moto acabou ajudando o casal. “Minha esposa estava passando em frente a igreja São Judas e sofreu um acidente de moto. Graças a Deus ela não se machucou gravemente, mas teve a oportunidade de resgatar o dinheiro do seguro. E sabe quanto ela recebeu? Exatamente os 3 mil reais que faltavam”, afirmou Alisson.</p>
<p>A notícia da gravidez<br />
Com o dinheiro em mãos, Cláudia e Alisson buscaram um especialista em Montes Claros e fizeram a fertilização in vitro. Dezesseis dias depois veio a notícia que mudaria a vida do casal. “Fui até a Santa Casa buscar o exame da minha esposa. Não entendi muito bem o resultado naquele papel e pedi ajuda a uma amiga da família que é profissional de saúde. E ela me disse: Deu positivo! Muito positivo! Parabéns papai! Na hora não sabia o que fazer. Liguei para minha esposa e avisei do resultado. Foi muita emoção”, disse Alisson.</p>
<p>A notícia dos quadrigêmeos<br />
Com o exame em mãos, Cláudia e Alisson foram orientados a fazerem uma ultrassonografia para ver as condições do bebê. “Foi uma surpresa tanto pra mim quando para a médica. Ela disse que nunca tinha feito um exame e encontrado quatro bebês”, sorriu Cláudia.<br />
A notícia pegou de surpresa Cláudia e Alisson. “Ficamos alegres, surpresos e preocupados ao mesmo tempo. Chegamos até a mandar uma mensagem para aquela grávida de quadrigêmeos que estava passando na TV. Mas não nos desesperamos. Se Deus nos deu esses presentes, tenho certeza que iremos conseguir criar essas crianças com muito amor”, disse Alisson.</p>
<p>O parto<br />
Cláudia comentou sobre o parto:<br />
“Senti a bolsa estourar e falei com meu esposo. No começo ficamos muito apreensivos porque durante o pré-natal foi informado que existia a possibilidade de precisar de leitos de UTI Neonatal para as crianças ficarem depois do parto. A gente sempre ouve nos noticiários da dificuldade de conseguir esses leitos. Mas aqui no HU não teve problema algum. Ao chegarmos, todos se sensibilizaram e se mobilizaram para receber a gente”. Ao chegar ao bloco obstétrico, foi uma emoção geral de todos os funcionários, médicos, enfermeiros. As pessoas estavam curiosas com o meu parto. Mas graças a Deus deu tudo certo”.<br />
“O primeiro a nascer foi Arthur. Ele veio com 1.750 gramas. O segundo foi Heitor, com 1685 gramas&#8230;Ele está na UTI Neonatal porque estava meio cansadinho com o parto&#8230;O terceiro foi Felipe com 1375 gramas. A quarta foi Lívia, a menorzinha, com 1210 gramas, mas a mais sapeca de todas. Apesar do Heitor estar na UTI Neonatal, os médicos me informaram que todos estão bem, precisando ganhar peso ”.<br />
“O parto dos quatro foi muito tranquilo. Todos me passaram muita tranqüilidade. Meus filhos estão ótimos, todos com saúde e sendo muito bem atendidos. Essa experiência de ser mãe de quatro está sendo fantástico”.</p>
<p>O futuro<br />
”Deus sabe o que faz. Estamos casados há oito anos e a quatro sonhamos e lutamos para sermos pais. Não penso na dificuldade de sermos pais de quatro filhos, mas agradeço por ser feliz quatro vezes mais”. (Alisson e Cláudia)<br />
“Nossa casa é pequena e vamos precisar ajustá-la para receber as crianças. Com relação a roupinhas, temos para até os cinco meses de idade deles&#8230;Agora temos que lutar para conseguir leite NAN e fraldas descartáveis&#8230;Mas sabemos que Deus é muito bom e não vai nos desamparar. Tenho certeza que anjos aparecerão nas nossas vidas e nos ajudarão nesse momento tão especial das nossas vidas”. (Alisson e Cláudia)</p>
<p>Cláudia fez o pré-natal no CAETAN e o parto no HUCF.<br />
HUCF, motivo de orgulho!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Família tem óctuplos e levanta polêmica na China</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 23:54:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma conquistadora foto de oito bebês vestidos exatamente iguais chamou a atenção na China. No país que limita a maioria dos casais a ter apenas um filho, um casal que gastou quase um milhão de iuans (aproximadamente R$ 296 mil) e alistou duas mulheres para ajudar na gestação dos quatro &#8230; <a href="http://www.fertil.med.br/familia-tem-octuplos-e-levanta-polemica-na-china/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma conquistadora foto de oito bebês vestidos exatamente iguais chamou a atenção na China. No país que limita a maioria dos casais a ter apenas um filho, um casal que gastou quase um milhão de iuans (aproximadamente R$ 296 mil) e alistou duas mulheres para ajudar na gestação dos quatro meninos e quatro meninas virou assunto e impressionou a todos.</p>
<p>O caso jogou luz sobre o uso de barrigas de aluguel, uma violação da lei chinesa, e sobre como os chineses ricos fazem o que querem, ignorando as regras que comandam a vida do resto da população. A reação mais comum entre os chineses, entretanto, foi de surpresa e descrença diante do fato.</p>
<p>&#8220;Céus. Uma família com oito crianças&#8230; na era de planejamento familiar em que a maior parte das pessoas só pode ter apenas um, é um contraste muito grande. Não soa como notícia. Soa mais como um conto de fadas&#8221;, disse o âncora do noticiário da TV Central Chinesa, enquanto chamava uma reportagem de 20 minutos sobre a família.</p>
<p>A mídia está chamando a mãe de “babaotai muqin” e “octomãe”, em referência à americana que fez inseminação artificial para gerar oito crianças simultaneamente.</p>
<p>De acordo com o jornal “Guangzhou Daily”, da província onde a família mora, a mãe biológica carregou dois bebês na barriga enquanto duas mães de aluguel deram a luz a três crianças cada uma. Após os bebês nascerem em setembro e outubro do ano passado, 11 babás foram contratadas para ajudar na difícil missão de cuidar de todos.</p>
<p>Algumas pessoas acreditam que a notícia seja um “hoax”, uma pegadinha, mas um porta-voz do Departamento de Saúde de Guangdong confirmou que o caso é verdadeiro e está sendo investigado, mas não revelou a identidade do casal, alegando preocupações com a sua privacidade.</p>
<p>Casais ricos ignoram a lei censitária</p>
<p>Uma lei de 2001 proíbe as instituições e médicos chineses de implantar um embrião de um casal em uma terceira pessoa. Apesar disso, um mercado negro está se desenvolvendo à medida que mais pessoas adiam o casamento e a gravidez e só depois descobrem que não são capazes de gerar uma criança. A lei proíbe apenas os procedimentos médicos e agências que fazem a ligação entre casais e barrigas de aluguel são facilmente encontradas na internet.</p>
<p>O “Guangzhou Daily” contou que o casal resolveu recorrer à fertilização in vitro e a mães de aluguel após anos de tentativas próprias frustradas. A mídia chinesa também especula que a “octomãe” está vivendo escondida junto com sua família. A reportagem de TV conseguiu apenas falar com vizinhos que contaram ter visto o time de babás sair com as crianças para passeios e brincadeiras.</p>
<p>Apenas casais ricos podem pagar o custo da fertilização in vitro e de barrigas de aluguel. Os endinheirados também não encontram dificuldades para pagar a pesada multa por ter mais de um filho na China. Alguns casais também conseguem cidadania estrangeira para os filhos, o que os livra das cotas de nascimento. No microblog Sina, um internauta postou: “Se você tem dinheiro, o que significa a lei?”.</p>
<p>Mas o caso também está rendendo lucros, além de toda a polêmica. A agência que postou as fotos dos bebês está comemorando os resultados que o caso trouxe para o negócio.</p>
<p>&#8220;Uma coisa é certa: nosso negócio está melhorando cada vez mais. Mais e mais pessoas estão procurando nossos serviços.&#8221;</p>
<p>Da Agência O Globo</p>
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		<title>Mulheres têm procurado doação de óvulos como alternativa para engravidar</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 23:51:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A véspera de Natal de 2007 não poderia ter sido mais especial para a autônoma Luma*. Ela engravidou de Júlia*, fruto de uma fertilização in vitro (FIV) a partir da doação de óvulos. Luma, 49 anos, casou-se aos 36 e deixou para engravidar depois, quando estivesse estabilizada profissionalmente. Cerca de &#8230; <a href="http://www.fertil.med.br/mulheres-tem-procurado-doacao-de-ovulos-como-alternativa-para-engravidar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.fertil.med.br/wp-content/uploads/barriga.gif" rel="prettyPhoto[3882]"><img src="http://www.fertil.med.br/wp-content/uploads/barriga.gif" alt="" title="barriga" width="1" height="1" class="alignleft size-full wp-image-3883" /></a>A véspera de Natal de 2007 não poderia ter sido mais especial para a autônoma Luma*. Ela engravidou de Júlia*, fruto de uma fertilização in vitro (FIV) a partir da doação de óvulos. Luma, 49 anos, casou-se aos 36 e deixou para engravidar depois, quando estivesse estabilizada profissionalmente. Cerca de cinco anos após o casamento, pensou que estava na hora de ter um filho, mas, apesar de todas as tentativas, seu sonho não se concretizava. “Comecei a ficar preocupada, pois sempre fui ao médico e minha saúde estava boa. Então, fiz uma série de exames e descobri que estava em uma idade em que a gravidez seria de risco, pois meus óvulos já não tinham mais a mesma qualidade de quando eu era mais jovem”, relata. “Fiquei muito triste, pensando que eu não poderia mais ter filhos.”</p>
<p>Então, há mais ou menos quatro anos, surgiu a oportunidade de ela engravidar a partir da ovodoação. “Eu não sabia se ficava feliz ou com medo. Passei várias semanas sem ter coragem de ir ao médico saber mais sobre o procedimento, porque eu não estava preparada para isso”, admite. Quando conseguiu seguir em frente com o projeto de ter um bebê, teve acompanhamento psicológico para lidar com as novas informações.</p>
<p>O acompanhamento foi de grande ajuda. “Quando engravidei, não passou pela minha cabeça ou pela do meu marido: ‘Esse óvulo veio de outra pessoa, por isso a criança não é minha’. Foi apenas a doação de alguém que me ajudou a ter minha filha e completar minha vida”, assegura. Luma ressalta que a menina, hoje com 3 anos, é um pedaço dela. “Afinal, fui em quem a carregou no corpo durante nove meses. Fui eu quem senti tudo.” A autônoma, que é muito religiosa, destaca que agradece a Deus todos os dias pelo presente de Natal que ganhou a partir da ajuda de outra mulher.</p>
<p>O marido de Luma, o aposentado Pedro*, 63 anos, foi quem lhe deu a ideia de procurar um tratamento de fertilização. “Ouvi um anúncio no rádio e resolvi seguir minha intuição. Falei com minha mulher para procurarmos a clínica sobre a qual comentavam na emissora”, relata. Pedro garante que, para ele, nunca houve dúvidas ou questionamentos em relação a ter uma filha que seria gerada a partir do óvulo de outra mulher. “Os médicos nos explicaram toda a situação com muita clareza. Para mim, já era mais fácil aceitar, porque o espermatozoide que formaria o embrião seria meu. Minha função foi mais apoiar minha esposa nesse momento de compreender se ela ia querer ou não se submeter ao procedimento”, detalha. Ele comemora os resultados positivos de toda essa história. “Nossa filha é uma criança maravilhosa. É um presente nas nossas vidas.”</p>
<p>Uma dor comum</p>
<p>A história de Luma é apenas uma entre tantas ao redor do mundo de mulheres que desejam ser mães, mas, por algum problema com os próprios gametas, precisam recorrer aos óvulos doados por outra pessoa para realizar esse sonho. É só pensar na personagem Esther, interpretada por Julia Lemmertz na novela Fina Estampa. Segundo o diretor científico do Instituto Brasileiro de Reprodução Humana Assistida (Ibrra), Juliano Scheffer, de Minas Gerais, cerca de 15% dos tratamentos em clínicas de reprodução humana assistida são devido à ovodoação. “A receptora é a mulher que não tem óvulos, seja porque entrou na menopausa na idade normal ou precocemente, seja por prevenção de uma anomalia genética; porque já retirou o ovário; ou porque teve câncer e, após ter sido submetida a químio ou a radioterapia, o ovário não funciona mais”, descreve.</p>
<p>O especialista em reprodução humana Vinicius Medina Lopes, do Instituto Verhum, explica que o médico seleciona quem é a doadora com base em uma lista de critérios. “Entre eles, estão cor dos olhos, cor e textura do cabelo, cor da pele, tipagem sanguínea, biótipo, altura e peso”, enumera. Scheffer complementa que a questão do tipo sanguíneo é importante porque, se o filho fizer testes de sangue, verá que é igual ao da mãe. O diretor científico do Ibrra diz que, embora o bebê não seja geneticamente da receptora, ele tem características físicas parecidas com a dela. “Além disso, na ciência, não temos definição clara de se a mãe é quem forneceu os gametas, quem gerou o bebê ou quem o educou”, comenta.</p>
<p>Lopes avalia que o preconceito sobre a doação diminuiu muito nos últimos anos. “As receptoras já encaram o caso de forma diferente, aceitam a indicação de usar óvulos de outra mulher de maneira mais tranquila”, explica. “Ao lhes indicar a ovodoação, o impacto emocional é grande, mas, ao explicar que esse procedimento é rotineiro — já que as mulheres decidem ficar grávidas cada vez mais tarde —, elas ficam mais calmas.” Ele acrescenta que é importante que doadoras, receptoras e seus respectivos companheiros frequentem um psicólogo no período em que vão decidir se pretendem ou não seguir com todo o processo. “O profissional vai detectar se há algum tipo de conflito sobre a concepção e o feto em si. Há pacientes que têm ideias irreais sobre o filho. Também existem as que querem que os genes da família sejam perpetuados e, por isso, pedem para que uma irmã doe os óvulos. Como o processo é anônimo, esse tipo de coisa não pode acontecer”, determina. O especialista em reprodução humana adverte que, se a futura mãe não compreender todo o processo claramente, pode rejeitar a criança, do ponto de vista emocional.</p>
<p>Troca</p>
<p>A atendente administrativa Patrícia*, 28 anos, chegou a uma clínica de reprodução assistida porque queria fazer uma FIV, já que tinha tido gravidez tubária duas vezes, nas quais perdeu o bebê e as duas trompas. “Eu não tinha condições financeiras para me submeter ao procedimento. Então, meu médico me falou sobre esse programa de ovodoação compartilhada, em que eu doaria alguns óvulos meus e outros seriam fertilizados para que eu pudesse engravidar, tornando o tratamento mais barato”, lembra. A jovem achou a ideia muito interessante. “Gostei muito da possibilidade de ajudar uma pessoa que não tem condições de ovular”, empolga-se.</p>
<p>“Tive que passar por atendimento psicológico, para avaliar se essa questão da doação estava esclarecida para mim. A orientação psicológica é necessária porque o óvulo é meu, o DNA é meu. Tem doadoras que piram com isso, pensam ‘meu filho sendo criado por outra pessoa’. Eu não pensei assim. Li muito sobre o assunto, me informei e achei tudo muito natural”, revela. Patrícia conta que não tem curiosidade de saber se os óvulos que doou se tornaram embriões, além de não querer conhecer a criança que ajudou a nascer, caso um dia saiba que ela exista. “Nem procuro pensar nisso. Na verdade, só fico feliz ao pensar que posso ter ajudado alguém a realizar um sonho. Não podemos ser egoístas neste mundo”, ensina. Atualmente, a atendente administrativa está grávida de aproximadamente dois meses, por FIV. Ela completa que o marido também aprova a atitude de ela ter doado parte de seus gametas.</p>
<p>Para ser doadora, Lopes afirma que a mulher deve ter entre 18 e 35 anos, passar por uma série de exames a fim de comprovar que não tem doenças transmissíveis e ter grande quantidade de óvulos com boa qualidade (veja infografia). Scheffer pondera que, apesar de todas as avaliações pelas quais a doadora passa, não é possível determinar se ela transmitirá algumas doenças genéticas para a criança, já que nem todo o DNA humano foi mapeado. A fim de evitar casos como o incesto acidental entre meios-irmãos e meias-irmãs, os óvulos da doadora só podem dar origem a um menino e uma menina para cada 1 milhão de habitantes.</p>
<p>* Nomes fictícios a pedido dos entrevistados</p>
<p>Dura consequência</p>
<p>Atualmente, existe a chamada “conservação da fertilidade”, na qual os óvulos da paciente são retirados e congelados para que ela possa usar no futuro. Esse processo é feito principalmente em mulheres que vão se submeter a um tratamento contra câncer e pretendem ter filhos futuramente. De acordo com o diretor científico do Instituto Brasileiro de Reprodução Humana Assistida (Ibrra), Juliano Scheffer, o maior problema nessa situação é o custo do procedimento de retirada do gameta e da taxa de conservação dele, que é alto. Atualmente, estima-se que 1% dos tratamentos de FIV no Brasil são devido a essa situação.</p>
<p>Do Correio Braziliense</p>
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		<title>Jennifer Aniston nega gravidez novamente</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 23:46:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Da redaçãoentretenimento@band.com.br A revista &#8220;Star Magazine&#8221; noticiou na última semana que, após uma fertilização in vitro, Jennifer Aniston estaria grávida de gêmeos. Não levou mais que 24 horas para a notícia ser nada negada pelos representantes da atriz. Essa não é a primeira vez que isso acontece. Jennifer já apareceu &#8230; <a href="http://www.fertil.med.br/jennifer-aniston-nega-gravidez-novamente/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da redaçãoentretenimento@band.com.br</p>
<p>A revista &#8220;Star Magazine&#8221; noticiou na última semana que, após uma fertilização in vitro, Jennifer Aniston estaria grávida de gêmeos.</p>
<p>Não levou mais que 24 horas para a notícia ser nada negada pelos representantes da atriz. Essa não é a primeira vez que isso acontece.</p>
<p>Jennifer já apareceu em capa de vários tabloides &#8220;realizando o sonho de ser mamãe&#8221;, seja engravidando de gêmeos, por fertilização ou até mesmo adotando. Até agora, nenhum dos boatos se confirmou.</p>
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		<title>Gêmeos tem cinco anos de diferença</title>
		<link>http://www.fertil.med.br/gemeos-tem-cinco-anos-de-diferenca/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 23:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir de embriões criados ao mesmo tempo, o casal britânico Simon e Jody Blake tiveram dois filhos gêmeos com cinco anos de diferença. Devido a problemas para engravidar, a mãe começou um tratamento em 2005 e cinco embriões foram criados por fertilização in vitro em um centro de reprodução &#8230; <a href="http://www.fertil.med.br/gemeos-tem-cinco-anos-de-diferenca/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de embriões criados ao mesmo tempo, o casal britânico Simon e Jody Blake tiveram dois filhos gêmeos com cinco anos de diferença. Devido a problemas para engravidar, a mãe começou um tratamento em 2005 e cinco embriões foram criados por fertilização in vitro em um centro de reprodução humana em Bristol.</p>
<p>Em 2006, dois desses embriões foram colocados no útero da mãe, mas apenas um se desenvolveu e deu origem à Reuben. Os outros três embriões ficaram congelados até do ano passado, quando o casal decidiu ter mais filhos. No processo de descongelamento, dois deles se perderam, mas o terceiro deu origem à menina Floren, que nasceu em novembro de 2011.</p>
<p>Essa técnica é chamada de ICSI e consiste no fornecimento de um espermatozóide para fecundar um único óvulo retirado do corpo da mãe. O embrião é colocado diretamente no útero e tem 60% de chance de dar certo em mulheres abaixo de 35 anos.</p>
<p>O médico Valetine Akande, diretor dos serviços de fertilidade do centro em Bristol, afirma que foi uma ótima decisão guardar parte dos embriões em vez de utilizá-los de uma só vez. Ele explica, também, que os cinco óvulos foram tirados ao mesmo tempo do útero, mas fecundados por cinco espermatozóides diferentes. Por isso, o termo &#8220;gêmeos&#8221; pode ser usado já que os embriões foram concebidos ao mesmo tempo. Mas, para serem considerados gêmeos de fato, eles teriam que crescer juntos na barriga da mãe.<br />
Fonte: bonde.com.br</p>
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		<title>Demi Lovato quer ser mãe com a ajuda de um amigo</title>
		<link>http://www.fertil.med.br/demi-lovato-quer-ser-mae-com-a-ajuda-de-um-amigo/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 23:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Demi Lovato deixou vários fãs surpreendidos com sua recente declaração. A atriz e cantora comentou em entrevista a um jornal espanhol sobre sua intenção de ser mãe em 2013, através de fertilização in vitro. Ninguém entendeu o teor de seu comentário, principalmente porque a atriz tem só 19 anos, e &#8230; <a href="http://www.fertil.med.br/demi-lovato-quer-ser-mae-com-a-ajuda-de-um-amigo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3875" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.fertil.med.br/wp-content/uploads/demi.jpg" rel="prettyPhoto[3]"><img src="http://www.fertil.med.br/wp-content/uploads/demi-300x206.jpg" alt="" title="demi" width="300" height="206" class="size-medium wp-image-3875" /></a>
<p class="wp-caption-text">beldade espanhola</p>
</div>
<p>Demi Lovato deixou vários fãs surpreendidos com sua recente declaração. A atriz e cantora comentou em entrevista a um jornal espanhol sobre sua intenção de ser mãe em 2013, através de fertilização in vitro.</p>
<p>Ninguém entendeu o teor de seu comentário, principalmente porque a atriz tem só 19 anos, e ainda busca um espaço na música.</p>
<p>&#8220;Não posso descartar a ideia de ser mãe solteira em dois anos&#8221;, teria dito.</p>
<p>Segundo a revista Life&#038;Style, Lovato comentou que poderia recorrer à fertilização in vitro, com o sêmen de um doador anônimo, ou com a ajuda de um amigo.</p>
<p>O Fuxico: O site que é referência sobre famosos. Notícias apuradas, sempre em primeira mão.</p>
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		<title>Pesquisadores ingleses identificam &#8216;interruptor da fertilidade&#8217;</title>
		<link>http://www.fertil.med.br/blog_mod/a-hapvida-assistencia-medica-ltda-foi-condenada-a-realizar-inseminacao-artificial-para-casal-com-infertilidade-a-decisao-da-5a-turma-recursal-do-forum-professor-dolor-barreira-foi-proferida-hoje/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 22:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Cientistas do Imperial College London, na Inglaterra, descobriram uma enzima que age como um &#8220;interruptor da fertilidade&#8221; e dizem que suas descobertas podem ajudar a tratar casos de infertilidade e aborto espontâneo, além de levar ao desenvolvimento de novos anticoncepcionais. O estudo, publicado esta semana na revista Nature Medicine relata &#8230; <a href="http://www.fertil.med.br/blog_mod/a-hapvida-assistencia-medica-ltda-foi-condenada-a-realizar-inseminacao-artificial-para-casal-com-infertilidade-a-decisao-da-5a-turma-recursal-do-forum-professor-dolor-barreira-foi-proferida-hoje/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="texto">
<p>Cientistas do Imperial College London, na Inglaterra, descobriram uma enzima que age como um &#8220;interruptor da fertilidade&#8221; e dizem que suas descobertas podem ajudar a tratar casos de infertilidade e aborto espontâneo, além de levar ao desenvolvimento de novos anticoncepcionais.</p>
<p>O estudo, publicado esta semana na revista Nature Medicine relata a descoberta dos pesquisadores: altos níveis de uma proteína chamada SGK1 estão ligados à infertilidade, enquanto que níveis muito baixos tornam a mulher mais propensa a ter um aborto espontâneo.</p>
<p>Enzimas são proteínas que catalisam, ou aumentam as taxas de reações químicas no corpo. Segundo Jan Brosens, que liderou o estudo no Imperial College e agora está atuando na Universidade de Warwick, os resultados sugerem que novos tratamentos para fertilidade e aborto espontâneo poderiam ser concebidos em torno da SGK1.<span id="more-3833"></span></p>
<p>“Eu imagino que no futuro poderemos, quem sabe, tratar a camada que reveste o útero da mulher inundando-o com drogas que bloqueiam a SGK1 antes dela se submeter à fertilização in vitro”, disse ele em um comunicado.</p>
<p>“Outra potencial aplicação é usar o aumento dos níveis de SGK1 como um novo método de contracepção.”</p>
<p>A infertilidade é um problema mundial que, estimam os especialistas, afeta entre 9% e 15% das pessoas da idade fértil. Mais da metade dos afetados procura aconselhamento médico, na esperança de finalmente ser capaz de se gerar um bebê.</p>
<p>Uma em cada 100 mulheres que tentam engravidar tem abortos de repetição, uma condição definida como a perda de três ou mais gestações consecutivas. Neste estudo, a equipe de Brosen analisou amostras de tecido da camada que reveste o útero, doados por 106 mulheres que estavam sendo tratadas por infertilidade sem explicação ou por abortos recorrentes.</p>
<p>Aquelas com infertilidade inexplicada estavam tentando engravidar por dois anos ou mais, e os motivos mais comuns para a infertilidade haviam sido descartados. Os pesquisadores descobriram que o revestimento do útero nessas mulheres tinha altos níveis de SGK1, enquanto as que sofriam de abortos recorrentes tinham baixos níveis dessa proteína.</p>
<p>Em novos experimentos – estes feitos com ratos – a equipe descobriu que os níveis de SGK1 no revestimento do útero caem durante a janela fértil.</p>
<p>Quando os pesquisadores implantaram cópias extras de um gene SGK1 no revestimento do útero, as ratas eram incapazes de engravidar. Isto sugere uma queda nos níveis de SGK1 é essencial para tornar o útero receptivo aos embriões, reportou o grupo.</p>
<p>Os pesquisadores disseram que qualquer tratamento futuro contra infertilidade que bloqueie a SGK1 precisaria ter um efeito de curto prazo, uma vez que baixos níveis da proteína após a concepção parecem estar relacionados ao aborto.</p>
<p>“Baixos níveis de SGK1 tornam o revestimento do útero vulnerável ao estresse celular, o que poderia explicar por que níveis baixos de SGK1 foram mais comuns em mulheres que tiveram abortos de repetição”, disse Madhuri Salker, do Imperial College, que também trabalhou no estudo.</p>
<p>“No futuro, talvez possamos fazer biópsias da mucosa que reveste o útero e identificar anormalidades que possam aumentar o risco de complicações na gravidez, para começarmos a tratá-los antes da mulher tentar engravidar.”</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>5ª Turma Recursal determina que Hapvida realize reprodução assistida para casal infértil</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 22:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A Hapvida Assistência Médica Ltda. foi condenada a realizar inseminação artificial para casal com infertilidade. A decisão, da 5ª Turma Recursal do Fórum Professor Dolor Barreira, foi proferida hoje, 3a.feira (25/10).  Segundo os autos, o homem precisou se submeter à pesquisa de microdeleção do cromossomo Y, mas a Hapvida negou. &#8230; <a href="http://www.fertil.med.br/blog_mod/5a-turma-recursal-determina-que-hapvida-realize-reproducao-assistida-para-casal-infertil/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Hapvida Assistência Médica Ltda. foi condenada a realizar inseminação artificial para casal com infertilidade.</p>
<p>A decisão, da 5ª Turma Recursal do Fórum Professor Dolor Barreira, foi proferida hoje, 3a.feira (25/10).  Segundo os autos, o homem precisou se submeter à pesquisa de microdeleção do cromossomo Y, mas a Hapvida negou.</p>
<p>Ele teve que pagar pelo exame, que diagnosticou infertilidade.</p>
<p>A solução para ter filhos, é fazer uso da reprodução assistida.  O casal procurou o plano de saúde que se recusou a fornecer o método. Em junho de 2009, os segurados entraram com ação de obrigação de fazer contra a operadora.<span id="more-3831"></span></p>
<p>Argumentaram que é a única “forma de viabilizar a constituição plena da família”.  Em novembro de 2010, o juiz Aluísio Gurgel do Amaral, do 20º Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Fortaleza, determinou a realização do serviço.</p>
<p>“Não há razão jurídica alguma que possa se erigir como justificativa para eventual recusa averbada pela Hapvida”, destacou.  A empresa ingressou com recurso (nº 032.2009.922.237-7) nas Turmas Recursais.</p>
<p>Defendeu que a reprodução assistida não consta no rol de procedimentos obrigatórios, previstos pela Agência Nacional de Saúde.</p>
<p>Sustentou também que o contrato firmado com os clientes contém cláusula que excluiu inseminação artificial.</p>
<p>Ao julgar a apelação, a 5ª Turma Recursal manteve a sentença de 1º Grau.</p>
<p>“As cláusulas que limitam a cobertura dos planos de saúde são, na maioria, uma afronta ao dispositivo legal”, ressaltou a juíza Nádia Maria Frota Pereira, relatora do caso.</p>
<p>Fonte: TJ/Ceará</p>
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		<title>Ser muito magra é pior para engravidar do que ser obesa</title>
		<link>http://www.fertil.med.br/blog_mod/ser-muito-magra-e-pior-para-engravidar-do-que-ser-obesa/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 22:03:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Estudo afirma que uma mulher com magreza exagerada tem menos probabilidade de engravidar do que as mulheres gordas &#8211; inclusive as consideradas muito obesas. O pesquisador e especialista em fertilidade Richard Sherbahn, do Centro de Fertilidade Avançada de Chicago, EUA, conduziu uma pesquisa com 2,5 mil fertilizações in vitro durante &#8230; <a href="http://www.fertil.med.br/blog_mod/ser-muito-magra-e-pior-para-engravidar-do-que-ser-obesa/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo afirma que uma mulher com magreza exagerada tem menos probabilidade de engravidar do que as mulheres gordas &#8211; inclusive as consideradas muito obesas. O pesquisador e especialista em fertilidade Richard Sherbahn, do Centro de Fertilidade Avançada de Chicago, EUA, conduziu uma pesquisa com 2,5 mil<br />
fertilizações in vitro durante 8 anos para chegar a essas conclusões. Os dados são do site <em>Daily Mail</em></p>
<p>As pacientes foram divididas em grupos de magras, normais e obesas. As normais tiveram taxa de maternidade de 50%; as obesas 45% e as magras, 34%.<br />
<span id="more-3829"></span><br />
Segundo o pesquisador, é sabido que as mulheres muito magras têm baixo teor de estrogênio, dificultando a gravidez. No entanto, durante a fertilização in vitro, todas recebem tratamento adequado de hormônios, o que faz com que elas ovulem em graus similares. O problema deve ter ocorrido em algum processo após a<br />
ovulação.</p>
<p>Uma das explicações possíveis, para o cientista, é que tudo faz parte do processo evolutivo. &#8220;Se a pessoa é muito magra, significa que não há comida suficiente, e portanto não é uma boa hora para ter um filho&#8221;, disse ao site.</p>
<p>De todo modo, diz ele, o melhor é sempre controlar o seu peso de acordo com a sua altura, para ter um organismo mais saudável e maiores chances de engravidar.</p>
<p>Fonte:terra.com.br</p>
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